Modelo frequencista
como modelo da axiomática da probabilidade
Suponhamos que ao realizar N vezes uma experiência
aleatória se obteve os seguintes resultados:
Resultados |
Frequências |
S1 |
N1 |
S2 |
N2 |
... |
... |
Sk |
Nk |
No modelo frequencista da probabilidade começamos
por considerar um conjunto S que contenha os resultados
observados {s1,s2,...,sk}.
Em cada realização da experiência
diz-se que um acontecimento A ocorreu se o resultado da
experiência for algum dos seus elementos. Numa primeira
fase considere-se que a probabilidade de ocorrência
do acontecimento A é dada por
Com esta definição os acontecimentos elementares
{si}, i=1,2,...,k têm probabilidade Ni/N,
onde representamos por Ni a frequência absoluta
com que se verificou {si}, e qualquer outro
elemento de S terá probabilidade nula. Assim sendo
o espaço S poderá não ser equiprovável.
Vejamos agora que uma probabilidade definida por este
processo verifica a axiomática anteriormente apresentada: