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A
confiança ou credibilidade que atribuímos aos resultados
observados quando se realiza um fenómeno aleatório
é geralmente reforçada pela quantidade de informação
que temos sobre o fenómeno em causa. Com este modo de atribuição
de probabilidades a acontecimentos, ao mesmo acontecimento podem
ser atribuídas probabilidades diferentes. Esta é a
chamada interpretação subjectiva ou Bayesiana
da probabilidade.
No exemplo das cartas, as probabilidades pessoais que vários
indivíduos atribuem ao acontecimento "a carta de cima
é espadas" quando se baralham as cartas e se recolhe
a primeira, é a mesma, já que os modelos que os vários
indivíduos consideram para a experiência são
idênticos. Em exemplos que envolvam jogos de azar com cartas,
dados, moedas, etc, existe um largo consenso acerca do modelo apropriado,
pelo que não existem divergências acerca das probabilidades
dos acontecimentos envolvidos.
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