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I
- Introdução
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Nas situações consideradas anteriormente em
que somos conduzidos a utilizar a noção de probabilidade,
e noutras situações da vida real em várias
áreas científicas, estamos perante fenómenos
não determinísticos, pois quando se realizam não
temos a certeza do que é que se vai observar.
Quando apostamos no totoloto podemos jogar num número
razoavelmente grande de chaves e só uma é que
é a que nos permite ganhar; quando olhamos para o céu
e não vemos nuvens, dizemos que não vai chover,
porque a experiência anterior nos diz que em situações
idênticas, não é costume chover; quando
um doente é tratado com um novo medicamento pode ficar
curado ou não; quando um político se candidata
a determinadas eleições o número de eleitores
que vai votar nele é desconhecido.
Cada uma destas situações pode ser considerada
um fenómeno aleatório, por oposição
aos fenómenos determinísticos, cujos resultados
se conseguem prever.
A Teoria da Probabilidade prende-se com o estudo de modelos
matemáticos especiais, a que chamamos modelos probabilísticos,
para descrever fenómenos aleatórios.
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